Gustavo gostava de fazer o estilo pensador. Fingia não ter interesse em nada, como se seu intelecto fosse avançado demais para que as coisas pequenas do mundo o atingissem ou o surpreendessem. Acontece que às vezes tornava-se difícil fingir que não ligava para nada, mas ele acreditava que ninguém desconfiasse do esforço que fazia.
Estava errado. Ana havia visto-o uma vez sorrir ao olhar para uma borboleta.
6/3/13

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